quarta-feira, 2 de março de 2011

A lei do carma ou de causa e efeito - Deepak Chopra

O carma é, ao mesmo tempo, a ação e a consequência dela.
Todos já ouviram a expressão:
"Colherás aquilo que semeastes"
Se quisermos felicidade em nossa vida,
precisamos aprender a semear felicidade.
Portanto, a lei do carma implica a ação de fazer escolhas conscientes.
Quando escolhemos ações que levam a felicidade
e sucesso aos outros,
o fruto do nosso carma será o mesmo.
A cada momento temos acesso a uma infinidade de escolhas.
Algumas delas são feitas de forma consciente, outras não.
Infelizmente, muitas de nossas escolhas,
por terem sido feitas sem consciência,
não nos parecem escolhas - no entanto, são.
(...)
A melhor forma de usar a "lei do carma"
é se distanciar e testemunhas as escolhas que você está fazendo a cada momento.
Quando fizer uma opção, pergunte a si mesmo duas coisas:
" Quais são as consequências dessa escolha?" e
" Será que a escolha que estou fazendo vai trazer felicidade para mim
e para os que me cercam?"
Sempre há uma opção que vai criar o máximo de felicidade
para você e seu entorno.
Essa opção é a ação espontânea e correta,
porque é a AÇÃO que alimenta a você
e a todos os outros influenciados por ela.

in " As Sete Leis Espitituais para o Sucesso" pág. 51/52

A escolha certa - Simone de Castilho


Quando as pessoas me pedem consultoria, grande parte delas me expõe situações e circunstâncias que estão vivendo e que refletem escolhas e posturas equivocadas por parte delas o que acaba gerando desmotivação, insatisfação e frustração.
Se pudéssemos ter um espelho que mostrasse o momento exato em que tudo mudou em nossa vida, seria muito fácil identificar que a culpa está nas escolhas erradas que fazemos.
Nós escolhemos de que maneira queremos viver, com quem queremos nos relacionar,
o que não queremos fazer, a quem queremos prejudicar ou ajudar.
Nós escolhemos que rumo devemos tomar, quando é hora de se acomodar ou mesmo a hora de mudar. A decisão entre o êxito ou o fracasso é nossa.
Com quem você se aconselha? Quem são seus exemplos de vida? A que horas você se levanta? Quem são seus amigos? O que você come? Você tem preguiça? Você se atualiza?
Você tem medo de agir? Você prefere esperar? Você é capaz de se sacrificar?
Você cuida de sua aparência? Você tem bom humor?
Perguntas que mostram que sempre temos escolha, está em nossas mãos alcançar nossos objetivos ou deixar pra lá.
Construir o sucesso é o conjunto de escolhas acertadas que fazemos ao longo da vida.
Não se permita errar sem aprender com o erro.
Erre sim, errar é humano mas não erre demais e sem consciência senão você se auto sabota.
É preciso acertar mais do que errar nas escolhas para atingir bons resultados.




fonte: http://www.simonecastillo.com.br/default.asp

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Os Degraus - Mario Quintana

Não desças os degraus do sonho
Para não despertar os monstros.
Não subas aos sótãos - onde
Os deuses, por trás das suas máscaras,
Ocultam o próprio enigma.
Não desças, não subas, fica.
O mistério está é na tua vida!
E é um sonho louco este nosso mundo...

in "Quintana de Bolso - Coletânea - pág. 93"

Da condição Humana - Mario Quintana

Se variam na casca, idêntico é o miolo.
Julguem-se embora de diversa trama:
Ninguém mais se parece a um verdadeiro tolo
Que o mais sutil dos sábios quando ama.

in "Quintana de Bolso - Coletânea - pág.42"

De como perdoar aos inimigos - Mario Quintana

Perdoas... és cristão... bem o compreendo...
E é mais cômodo, em suma.
Não desculpes, porém, coisa nenhuma,
Que eles bem sabem o que estão fazendo...

in "Quintana de Bolso - Coletânea - pág.41"

Da eterna procura - Mario Quintana

Só o desejo inquieto, que não passa
Faz o encanto da coisa desejada...
E terminamos desdenhando a caça
Pela doida aventura da caçada.

in "Quintana de Bolso - Coletânea - pág.37"

Dos sistemas - Mario Quintana

Já trazes, ao nascer, tua filosofia.
As razões? Essas vêm posteriormente,
Tal como escolhes, na chapelaria,
a fôrma que mais te assente...

in "Quintana de Bolso - Coletânea - pág.38"

Das ilusões - Mario Quintana

Meu saco de ilusões, bem cheio tive-o.
Com ele ia subindo a ladeira da vida.
E, no entretanto, após cada ilusão perdida...
Que extraordinária sensação de alívio !

in "Quintana de Bolso - Coletânea - pág.37"

Da observação - Mario Quintana

Não te irrites, por mais que te fizerem...
Estuda, a frio, o coração alheio.
Farás, assim, do mal que eles te querem,
Teu mais amável e sutil recreio...

in "Quintana de Bolso - Coletânea - pág. 35"

Irrealidade - Caio F Abreu



Me pergunto sempre
se não teceste a minha volta
uma porção de coisas irreais.

Continuar - Caio F Abreu

Não se preocupe, não vou tomar nenhuma medida drástica,
a não ser continuar,
tem coisa mais destrutiva que insistir sem fé nenhuma?

Ah, passa devagar a tua mão na minha cabeça,
toca meu coração com teus dedos frios,
eu tive tanto amor um dia.

A morte e o amor - Caio F Abreu

“Somos todos imortais.
Teoricamente imortais, claro.
Hipocritamente imortais.
Porque nunca consideramos a morte como uma possibilidade cotidiana,
feito perder a hora no trabalho ou cortar-se fazendo a barba, por exemplo.
Na nossa cabeça, a morte não acontece como pode acontecer de eu discar um número telefônico e, ao invés de alguém atender, dar sinal de ocupado.
A morte, fantasticamente, deveria ser precedida de certo ‘clima’, certa ‘preparação’.
Certa ‘grandeza’. Deve ser por isso que fico (ficamos todos, acho) tão abalado quando,
sem nenhuma preparação, ela acontece de repente.
E então o espanto e o desamparo, a incompreensão também,
invadem a suposta ordem inabalável do arrumado (e por isso mesmo ‘eterno’) cotidiano.
A morte de alguém conhecido e/ou amado estupra essa precária arrumação,
essa falsa eternidade.
A morte e o amor.
Porque o amor, como a morte, também existe – e da mesma forma, dissimulada.
Por trás, inaparente. Mas tão poderoso que, da mesma forma que a morte
– pois o amor também é uma espécie de morte
(a morte da solidão, a morte do ego trancado,
indivisível, furiosa e egoisticamente incomunicável) – nos desarma.
O acontecer do amor e da morte desmascaram nossa patética fragilidade.”

domingo, 27 de fevereiro de 2011

O que o vento não levou - Mario Quintana

No fim tu há sde ver que as coisas mais leves são as
únicas
que o vento não conseguiu levar:

um estribilho antigo
um carinho no momento preciso
o folhear de um livro de poemas
o cheiro que tinha um dia o próprio vento...

in " Quintana de Bolso - Coletânea - pág. 156"

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Quem ama inventa - Mario Quintana

Quem ama inventa as coisas a que ama...
Talvez chegaste quando eu te sonhava.
Então de súbito acendeu-se a chama !
Era a brasa dormida que acordava...
E era um revoô sobre a ruinaria,
No ar atônito bimbalhavam sinos,
Tangidos por uns anjos peregrinos
Cujo dom é fazer ressureições...
Um ritmo divino? Oh! Simplesmente
O palpitar de nossos corações
Batendo juntos e festivamente,
Ou sozinhos, num ritmo tristonho...
Ó! meu pobre, meu grande amor distante,
Nem sabes tu o bem que faz à gente
Haver sonhado... e ter vivido o sonho!

in "Quintana de bolso - Coletânea - pág. 139"

Carta - Mario Quintana

Eu queria trazer-te uma imagem qualquer
para os teus anos...
Oh! mas apenas este vazio doloroso
de uma sala de espera ondenão está ninguém...
É que,
longe de ti, de tuas mãos milagrosas
de onde os meus versos voavam - pássaros de luz
a que deste vida com o teu calor -
é que longe de ti eu me sinto perdido
- sabes? -
desertamente perdido de mim !
Em vão procuro...
mas só vejo de bom, mas só vejo de puro
este céu que eu aviso da minha janela.
E assim, querida,
eu te mando este céu, todo este céu de Porto Alegre
e aquela
nuvenzinha
que está sonhando, agora, em pleno azul!

in "Quintana de Bolso - Coletânea - pág. 131"

Para refletir - Mário Quintana

Quem disse que eu me mudei?

Não importa que a tenham demolido:
A gente continua morando na velha casa
em que nasceu.

in "Quintana de Bolso" pág. 121

Fragmento de Clarice Lispector


"Decifra-me, mas não conclua!
eu posso te surpreender..."

Perda - Gabriel Garcia Marques


"(...) os amputados sentem dores, cãibras, cócegas, na perna que não têm mais.

Assim se sentia ela sem ele, sentindo que ele estava onde não mais se encontrava."
in "O amor nos tempos do cólera" Pág 346

Sou da esperança - Ariano Suassuna

Eu digo sempre que das três virtudes teologais chamadas,
eu sou fraco na fé e fraco na qualidade,
só me resta a esperança.
Eu sou o homem da esperança.

O amor - Maiakóvski


Não acabarão nunca com o amor,
nem as rusgas,
nem a distância.
Está provado,
pensado,
verificado.
Aqui levanto solene
minha estrofe de mil dedos
e faço o juramento:
Amo
firme,
fiel
e verdadeiramente.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Mudei... - Caio F Abreu

"Mudei muito,
e não preciso que acreditem na minha mudança
para que eu tenha mudado."

Amar - Machado de Assis

Cada qual sabe amar a seu modo;
o modo pouco importa;
o essencial é que saiba amar.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Sentimentos em notas - Martha Medeiros

se vivo só
é marcha-a-ré
se nego o sol
só penso em mi
se sofro lá
ninguém tem dó
se você fá
eu quero si

in "Poesia reunida" pág 31

... - Martha Medeiros

jantamos, recolhemos a louça
desta vez não brindamos
não houve conhaque ou licor
nem beijo de boa noite nem amor
hoje é domingo
mas amanheceu segunda-feira prá nós dois

in "Poesia Reunida" pág. 140

sábado, 12 de fevereiro de 2011

O elogio do conhecimento - Francis Bacon

"Meu elogio será dedicado à própria mente.
A mente é o homem, e o conhecimento é a mente;
um homem é apenas aquilo que ele sabe.
(...) Não são os prazeres das afeições maiores do que os prazeres dos sentidos,
e não são os prazeres do intelecto maiores do que os prazeres das afeições?
Não se trata, apenas, de um verdadeiro e natural prazer do qual não há saciedade?
Não é só esse conhecimento que livra a mente de todas as perturbações?
Quantas coisas existem que imaginamos não existirem?
Quantas coisas estimamos e valorizamos mais do que são?
Essas vãs imaginações, essas avaliações desproporcionadas,
são as nuvens do erro que se transformam nas tempestades das perturbações.
Existirá, então, felicidade igual à possibilidade da mente do homem elevar-se
acima da confusão das coisas de onde ele possa ter uma atenção especial
para com a ordem da natureza e o erro dos homens?
De contentamento e não de benefício?
Será que não devemos perceber tanto a riqueza do armazém
da natureza quanto a beleza de sua loja?
Será estéril a verdade?
Não poderemos, através dela,
produzir efeitos dignos
e dotar a vida do homem com uma infinidade de coisas úteis?" ."


in "O Elogio do Conhecimento" (1592)

Presente determinante - Simone de Beauvoir


"O presente não é um passado em potencial.
é o momento da escolha e da ação. "

Promessa - Caio F Abreu

Para refletir - Guimarães Rosa


"Viver é um rasgar-se e remendar-se."


Mentiras - Florbela Espanca


"Tu julgas que eu não sei que tu mentes
Quando o teu doce olhar poisa no meu?
Pois julgas que eu não sei o que tu sentes?
Qual a imagem que alberga o peito teu?

Ai, se o sei, meu amor! Eu bem destingo
O bom sonho da feroz realidade...
Não palpita d’amor, um coração
Que anda vogando em ondas de saudade!

Embora mintas bem, não te acredito;
Perpassa nos teus olhos desleais,
O gelo do teu peito de granito...

Mas finjo-me enganada, meu encanto,
Que um engano feliz vale bem mais
Que um desengano que nos custa tanto!"

Rústica - Florbela Espanca

Ser a moça mais linda do povoado,
Pisar, sempre contente o mesmo trilho.
Ver descer sobre o ninho aconchegado
a benção do senhor em cada filho.

Um vestido de chita bem lavado,
cheirando a alfazema e a tomilho...
Com o luar matar a sede ao gado,
Dar às pombas o sol num grão de milho...

Ser pura como a água da cisterna,
Ter confiança numa vida eterna,
Ao descer a "terra da verdade"...

Meu Deus, dai-me esta calma, esta pobreza!
Dou por elas meu trono de princesa,
e todos os meus Reinos de Ansiedade.

Fanatismo - Florbela Espanca

Minhálma, de sonhar-te, anda perdida
Meus olhos andam cegos de te ver!
Não és se quer razão do meu viver,
Pois que tu és já toda a minha vida!

Não vejo nada assim enlouquecida...
Passo no mundo, meu amor, a ler
No misterioso livro do teu ser
A mesma história tantas vezes lida!

"Tudo no mundo é frágil, tudo passa..."
Quando me dizem isto, toda a graça
Duma boca divina fala em mim!

E, olhos postos em ti, digo de rastros:
"Ah! Podem voar mundos, morrer astros,
Que tu és como Deus: Princípio do Fim!..."

sábado, 5 de fevereiro de 2011

O tempo e o vento - Mário Quintana


Havia uma escada que parava de repente no ar
Havia uma porta que dava para não se sabe o quê
Havia um relógio onde a morte tricotava o tempo

Mas havia um arroio correndo entre os dedos buliçosos dos pés
E pássaros pousados na pauta dos fios de telégrafo

E o vento!

O vento vinha desde o principio do mundo
Estava brincando com seus cabelos...

domingo, 30 de janeiro de 2011

Leia ! - Monteiro Lobato


“Quem mal lê,

mal ouve,

mal fala,

mal vê”.


Escreva ! - Caio Fernando Abreu


Escrever
- e você sabe disso -
pode eliminar essa sensação de gratuidade no existir,
de coisas o tempo todo fugindo e se transformando em passado.
Eu acho então que se escrever te dá um sentido para estar viva
(ou a ilusão de um sentido, que importa?),
então vai e escreve e diz tudo e rasga o coração,
as vísceras, expõe tudo, grita, esperneia
- no papel."

domingo, 23 de janeiro de 2011

Silêncio - Fellini

“Se quisermos compreender alguma coisa,
precisamos nos dedicar ao silêncio”.

Soluções - Henry Ford


“Não encontro defeitos, encontro soluções.
Qualquer um sabe se queixar”.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Atenção ! - Alice Ruiz

Atenção
essa vida contém cenas explícitas
de tédio
nos intervalos da emoção,
quem não gostar
que conte outra
vire artista
e faça sua própria versão.

aqui não tem
segunda sessão.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Era... - Martha Medeiros


Era verão ou qualquer troço assim
lua cheia ou algo parecido
uma saudade ou quase a mesma coisa
era amor ou mais ou menos isso...

do Livro " Poesia Reunida" pág. 125

Foto: Praia do Rosa - Imbituba(SC) 12/09

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Equívoco - Sócrates

“Não penses mal dos que procedem mal;
pense somente que estão equivocados”.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Dedicação - Simone de Castilho


Ser dedicado é um ponto fundamental para alcançar o sucesso em qualquer coisa que fazemos, mas é fácil dedicar-se quando se gosta do que se faz; quando não é assim é preciso um pouco mais de esforço pessoal e motivação.

Dedicação significa devotamento, entrega, sacrifício.. e não é isso que fazemos quando queremos atingir um objetivo? Não nos sacrificamos? Não deixamos de fazer coisas priorizando outras?

Dedicação também significa manifestação de amor, apreço, consideração... não é isso que sentimos quando queremos muito alguma coisa? Não tornamos alguns objetivos em nossa vida, aquilo que mais prezamos?

Pois é, sem dedicação não conseguimos nada, ou melhor nada que valha a pena pois tudo que é bom tem um preço para ser conquistado.

Tudo na vida para ser bom, precisa de dedicação.

No trabalho, nos relacionamentos, nos esportes, no lazer... dedicar-se com entusiasmo àquilo que se quer, que se gosta, que se tem por objetivo é o segredo para a conquista, para a vitória.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Segredos - Martha Medeiros

"Há bilhetes guardados no fundo das gavetas
que contariam outra versão da nossa história,
caso viessem a público."

do livro "Coisas da Vida" - Crônicas - pág. 12

sábado, 15 de janeiro de 2011

A boca - Eugênio de Andrade

A boca,
onde o fogo
de um verão
muito antigo
cintila.
O que pode uma boca
esperar
senão outra boca?


sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Cotidiano - Maria de Fátima Hammes

É preciso reencantar nossa prática cotidiana
É urgente humanizar-se, agradecer
Depende de nós tornar isso possível
Sejam semeadores
Não apenas de palavras
Mas de afetos
Onde houver inquietação
Haverá transformação
Permita-se sonhar, conquistar
e acreditar naquilo que faz
Este é o milagre da multiplicação do saber
E do vir à ser !

Presente - Heráclito

“Paremos de indagar o que o futuro nos reserva e
recebamos como um presente
o que quer que nos traga o dia de hoje”.

Coração limpo - Aloísio Conceição

"Se tu queres viver bem e gozar de uma vida abundante,
é preciso estar disposto a esvaziar todo o teu coração;
coloca para fora todo ressentimento,
que um dia te machucou profundamente.
Saibas que o teu coração é a fonta de vida."

do Livro "Gotas de Vida"

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Faxina - Adélia Nenevê


Aproveitando meu período de "recesso" resolvi abrir algumas pastas e tentar eliminar parte da papelada que insite em ir se acumulando junto com os anos...
Revirando tudo, achei e-mails de quase uma década atrás.
Mensagens de amigos, amigos hoje distantes, mas os mais verdadeiros que já tive !
E-mails de força e otimismo nos piores momentos que já vivi,
nos melhores momentos profissionais, os piores momentos pessoais...
Mas o mais interessante foi que percebi que sempre tive grandes pessoas ao meu lado,
pessoas que hoje estão distantes... infelizmente...
E um misto de sentimentos tomou conta de mim...
Sinto saudades, tristeza, emoções profundas me voltam à tona;
Resolvi parar a "faxina", abandonar no meio da papelada.
Faxina na alma é igual a faxina de casa, quase impossível terminar !

(e essa ficou pela metade de novo... a exaustão das emoções tomou conta)

Semear para colher - Napoleon Hill

"Existem dez fraquezas contra as quais todos nós devemos tomar cuidado.
Uma delas é o hábito de tentar colher antes de semear,
e todas as outras acham-se reunidas no hábito
de arranjar desculpas para justificar cada erro que cometemos."

Liberdade - Bertold Brecht


De que serve a liberdade
Quando os livres têm que viver entre os não-livres?

Visões - Julian Barnes


Passamos a vida vendo a nós mesmos e aos outros apenas parcialmente,
e sendo vistos apenas parcialmente por eles.
Quando nos apaixonamos, temos a esperança
– tanto egoisticamente quanto altruisticamente –
de que seremos, finalmente, verdadeiramente vistos: julgados e aprovados.
É claro que o amor nem sempre traz aprovação:
ser visto pode muito bem levar a uma não aceitação e a uma temporada no inferno (…)
Antigamente, nós nos consolávamos dizendo que o amor humano,
mesmo que breve e imperfeito,
era apenas um aperitivo da visão maravilhosa e perfeita do amor divino.
Agora ele é tudo o que temos, e precisamos nos contentar com nosso status rebaixado.
Mas ainda ansiamos pelo consolo, e a verdade, de sermos vistos de forma completa.
Isso daria um bom final, não daria?

no livro “Nada a Temer”

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Promessas - Nietzshe


"Devemos ter uma boa memória
para sermos capazes de cumprir
as promessas que fazemos. "