
e os meus sonhos choveram
lúcido pranto pelo chão.
Quando é que frutifica,
nos caminhos infinitos, essa vida,
que era tão viva, tão fecunda,
porque vinha de um coração?
E os que vierem depois, pelos caminhos infinitos,
do pranto que caiu dos meus olhos passados,
que experiência, ou consolo, ou prêmio alcançarão?
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